Arquivo de Homenagens - Zezé Motta https://zezemotta.com.br/tag/homenagens/ Site oficial da atriz e cantora Zezé Motta Wed, 27 May 2026 18:33:01 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0.4 https://zezemotta.com.br/wp-content/uploads/2026/05/cropped-Zeze-Motta.-Perfil-32x32.jpg Arquivo de Homenagens - Zezé Motta https://zezemotta.com.br/tag/homenagens/ 32 32 Antônio Pitanga: Doutor Honoris Causa https://zezemotta.com.br/antonio-pitanga-doutor-honoris-causa/ Wed, 27 May 2026 18:31:03 +0000 https://zezemotta.com.br/?p=1303 Hoje eu acordei emocionada. Daquelas emoções profundas, antigas, que atravessam a alma da gente.Ver meu amado amigo Antônio Pitanga receber […]

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Hoje eu acordei emocionada. Daquelas emoções profundas, antigas, que atravessam a alma da gente.
Ver meu amado amigo Antônio Pitanga receber o título de Doutor Honoris Causa pela Universidade Federal do Rio de Janeiro é testemunhar a história do Brasil sendo reverenciada em vida.


E eu digo isso com a autoridade de quem conhece Pitanga há mais de 60 anos.


Antes de existir a Zezé Motta, existia Maria José. Uma menina preta, jovem, sonhadora, ajudando Dona Maria nas costuras, tentando descobrir o mundo, estudando teatro no Tablado da Maria Clara Machado… e foi nesse tempo que apareceu Antônio Luiz Sampaio.


O nosso Pitanga.


Somos tão antigos, meu Deus, que chegamos a pegar bonde no Leblon juntos. E eu falo isso sorrindo, porque nossa amizade nasceu numa época em que sonhar era quase um ato de resistência para pessoas negras no Brasil.


Pitanga ia em casa falar com minha mãe para pedir autorização para me levar ao teatro. E lá íamos nós. Dois jovens pretos, apaixonados pela arte, caminhando por uma cidade que nem sempre nos enxergava, mas que jamais conseguiu apagar nossa vontade de existir.


O tempo passou. A Maria José virou Zezé Motta. E Antônio Luiz Sampaio virou Antônio Pitanga.


Mas a essência nunca mudou.


Pitanga nunca foi apenas um ator. Pitanga sempre foi acontecimento. Presença. Coragem.


Nascido no Pelourinho, em Salvador, vindo de uma origem humilde, órfão de pai ainda menino, criado por uma mãe trabalhadora, ele conheceu cedo as durezas desse país. Foi interno em orfanato, trabalhou como carteiro, tipógrafo, entregador de telegrama… aprendeu ofícios para sobreviver. Mas foi na arte que ele encontrou seu destino.


E que destino.


Pitanga ajudou a construir o cinema brasileiro moderno. Não existe Cinema Novo sem Antônio Pitanga. Não existe história do audiovisual brasileiro sem a força daquele corpo preto ocupando a tela com dignidade, inteligência, sensualidade, política e verdade.


Ele esteve em obras fundamentais como Barravento, de Glauber Rocha, O Pagador de Promessas, o filme brasileiro que conquistou a Palma de Ouro em Cannes, Ganga Zumba, A Grande Cidade, Quilombo e tantas outras obras que ajudaram a pensar o Brasil através da arte.


Mas talvez o que mais me emocione seja entender que Pitanga nunca separou o artista do homem político.


Muito antes de se falar sobre representatividade como hoje, Pitanga já colocava a boca no trombone. Já denunciava o racismo. Já exigia espaço para artistas
negros. Já brigava por respeito, por igualdade, por dignidade.


Se eu fui uma mulher que lutou e abriu caminhos, Pitanga fez isso em dobro. Porque ele nunca teve medo do enfrentamento. Nunca teve medo de cobrar. Nunca teve medo de incomodar.


E isso teve um preço.


Num Brasil atravessado pela ditadura, pela censura e pelo racismo estrutural, Pitanga escolheu permanecer de pé. Escolheu resistir através da arte. Escolheu transformar sua presença em manifesto.


Ele não foi só pioneiro. Ele foi ruptura.


Foi um dos primeiros homens negros brasileiros a protagonizar filmes com centralidade, complexidade e humanidade. Um ator que trouxe para o cinema personagens negros vivos, intensos, políticos, amorosos, contraditórios e fortes.


E o mais bonito de tudo: o tempo nunca conseguiu diminuir sua grandeza.


Pitanga atravessou décadas trabalhando. Cinema, televisão, teatro, direção, ativismo, formação cultural… sempre inquieto, sempre criando, sempre pensando no coletivo.


Hoje, quando vejo esse título chegando até ele, eu não vejo apenas uma homenagem acadêmica.
Eu vejo uma reparação histórica.


Vejo a universidade dizendo para um homem negro brasileiro: “Seu saber importa.” “Sua arte transformou o país.” “Sua luta abriu caminhos.” “Sua existência educou gerações.”


E educou mesmo.


Pitanga ensinou coragem para muita gente. Inclusive para mim.


Meu amigo querido… Que privilégio ter caminhado ao seu lado por tantos anos. Que privilégio ter visto de perto sua força, sua generosidade, sua indignação diante das injustiças e sua paixão pela arte.


Aqueles dois jovens pretos que pegavam bonde no Leblon continuam aqui. Só que agora carregando décadas de história, resistência e amor pela cultura brasileira.
Viva você, Pitanga. Viva sua voz. Viva sua coragem. Viva sua luta.


E obrigada. Obrigada por nunca ter se calado.

Zezé Motta

Zezé Motta e o ator Antônio Pitanga
Zezé Motta e o ator Antônio Pitanga
Zezé Motta e Lázaro Ramos
Zezé Motta e Lázaro Ramos
Zezé Motta e o ator Antônio Pitanga
Zezé Motta e o ator Antônio Pitanga
Zezé Motta
Zezé Motta
Zezé Motta
Zezé Motta

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Zezé recebe homenagem com mural em São Bernardo do Campo https://zezemotta.com.br/zeze-recebe-homenagem-com-mural-em-sao-bernardo-do-campo/ Fri, 10 Apr 2026 13:50:02 +0000 https://zezemotta.com.br/?p=1157 Uma homenagem à altura de uma trajetória histórica. O artista Denis Pinho acaba de transformar um dos muros da Escola […]

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Uma homenagem à altura de uma trajetória histórica.

O artista Denis Pinho acaba de transformar um dos muros da Escola Estadual Doutor Baeta Neves em uma verdadeira obra de arte dedicada à potência de Zezé Motta.

Localizado em São Bernardo do Campo, o mural celebra não apenas a imagem da artista, mas tudo o que ela representa: força, história, representatividade e cultura. Com traços marcantes e olhar expressivo, a pintura captura a essência de Zezé, uma mulher que atravessa gerações e segue mais atual do que nunca.

A obra se torna um símbolo de reconhecimento dentro de um espaço de educação, conectando novas gerações a uma das figuras mais importantes da cultura brasileira.

Um gesto que eterniza, em cores e formas, o impacto de uma carreira que segue inspirando o Brasil.

Mural em homenagem a Zezé Motta | Foto: divulgação
Mural em homenagem a Zezé Motta | Foto: divulgação
Mural em homenagem a Zezé Motta | Foto: divulgação
Mural em homenagem a Zezé Motta | Foto: divulgação

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Zezé Motta é a grande homenageada do Prêmio Shell 2026 https://zezemotta.com.br/zeze-motta-e-a-grande-homenageada-do-premio-shell-2026/ Sat, 04 Apr 2026 21:39:25 +0000 https://zezemotta.com.br/?p=1135 A noite do teatro brasileiro ganhou um dos seus momentos mais simbólicos em 2026. Aos 81 anos e com mais […]

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A noite do teatro brasileiro ganhou um dos seus momentos mais simbólicos em 2026. Aos 81 anos e com mais de seis décadas de carreira, Zezé Motta foi a grande homenageada do tradicional Prêmio Shell de Teatro, que aconteceu na noite do dia 19 de março, em uma celebração que reconheceu não apenas sua trajetória artística, mas também sua potência como símbolo de resistência, representatividade e excelência nos palcos.

Com uma história profundamente ligada ao teatro desde sua estreia em Roda Viva, em 1967, Zezé construiu uma carreira marcada por personagens intensos, escolhas corajosas e uma presença cênica que atravessa gerações. Ao longo dos anos, sua atuação ajudou a moldar a dramaturgia brasileira, consolidando seu nome entre os maiores da cena nacional.

A homenagem no Prêmio Shell 2026 foi recebida com emoção e aplausos de pé, reunindo artistas, diretores e profissionais do setor em um reconhecimento coletivo à sua importância. Mais do que celebrar uma carreira longeva, o tributo destacou o impacto cultural de Zezé Motta — uma artista que segue ativa, relevante e em constante reinvenção.

Entre cinema, televisão, música e teatro, Zezé segue escrevendo novos capítulos de uma trajetória única. A honraria reafirma o que o público e a crítica já sabem há décadas: Zezé Motta não é apenas um nome da cultura brasileira — é um patrimônio vivo da nossa arte.

Débora Falabella e Silvero Pereira no Premio Shell 2026 | Foto: divulgação
Débora Falabella e Silvero Pereira no Premio Shell 2026 | Foto: divulgação
Zezé Motta no Prêmio Shell 2026

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Zezé Motta e suas histórias no carnaval https://zezemotta.com.br/zeze-motta-e-suas-historias-no-carnaval/ Fri, 13 Feb 2026 00:46:00 +0000 https://zezemotta.com.br/?p=1168 Tudo começou muito antes da Marquês de Sapucaí virar símbolo mundial. Nos anos 80, enquanto o Rio fervia nas ruas, […]

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Tudo começou muito antes da Marquês de Sapucaí virar símbolo mundial. Nos anos 80, enquanto o Rio fervia nas ruas, Zezé já entendia o Carnaval como um território de liberdade. Foi na Banda de Ipanema que ela construiu uma das relações mais profundas com a festa: mais de 40 anos desfilando, celebrando diversidade, irreverência e o direito de existir sem amarras.

Ali, ela foi além da fantasia — fez do próprio corpo manifesto. Desfilou como quis, inclusive com os seios à mostra, não como provocação, mas como afirmação. Para ela, Carnaval sempre foi isso: autonomia, coragem e expressão.

Zezé Motta e Grande Otelo na Banda de Ipanema em 1988

Mas foi em 1984 que a história ganhou outra dimensão. Zezé esteve na inauguração do Sambódromo da Marquês de Sapucaí — e não como convidada qualquer. Ela fez parte daquele momento fundacional da cultura brasileira.

Naquele mesmo ano, viveu um dos capítulos mais emblemáticos da sua trajetória: desfilou duas vezes na avenida. Primeiro como Xica da Silva pelo Império Serrano, em um desfile arrebatador, ovacionado, carregado de energia. Dias depois, voltou à Sapucaí com o Acadêmicos do Salgueiro para gravar cenas da novela Transas e Caretas. Era o encontro da televisão com o Carnaval. Era arte atravessando a avenida.

Zezé Motta como Xica da Silva no desfile do Império Serrano | Foto: Acervo pessoal
Zezé Motta como Xica da Silva no desfile do Império Serrano em 1984 | Foto: Acervo pessoal
Zezé Motta como Xica da Silva no desfile do Império Serrano | Foto: Adir Mera
Zezé Motta como Xica da Silva no desfile do Império Serrano | Foto: Adir Mera
Zezé Motta Imperio Serrano 1984 | Foto: acervo pessoal
Zezé Motta Imperio Serrano 1984 | Foto: acervo pessoal
Zezé Motta em reportagem do Jornal O Globo de 1984 | Foto: O Globo
Zezé Motta em reportagem do Jornal O Globo de 1984 | Foto: O Globo

E como se não bastasse desfilar, Zezé virou tema. Ainda nos anos 80, a escola Arrastão de Cascadura levou para a avenida o enredo Zezé, Um Canto de Amor e Raça. Quase 3 mil componentes contando sua história em forma de samba, com direito a ala das baianas e homenagem a Oxum. Um desfile que transformou sua trajetória em memória coletiva.

Zezé Motta no desfile da Arrastão de Cascadura em 1989 | Foto: acervo Zezé Motta
Zezé Motta no desfile da Arrastão de Cascadura em 1989 | Foto: acervo Zezé Motta

Em 1988, ela quase ficou de fora. Sem muita animação, recusou o convite inicial de Martinho da Vila. Mas o enredo da Unidos de Vila Isabel — celebrando o centenário da abolição e exaltando a cultura negra — falou mais alto. Zezé voltou atrás. Resultado? Campeã daquele ano, em um dos desfiles mais simbólicos da história da Sapucaí.

Zezé Motta desfilando como Dandara, na Vila Isabel (1988) | Foto: acervo Zezé Motta
Zezé Motta desfilando como Dandara, na Vila Isabel (1988) | Foto: acervo Zezé Motta
Zezé Motta desfilando como Dandara, na Vila Isabel (1988) | Foto: acervo Zezé Motta
Zezé Motta desfilando como Dandara, na Vila Isabel (1988) | Foto: acervo Zezé Motta
Zezé Motta na Vila Isabel em 1988 | Foto: acervo pessoal
Zezé Motta na Vila Isabel em 1988 | Foto: acervo pessoal
Zezé Motta na Vila Isabel em 1988 | Foto: acervo pessoal
Zezé Motta na Vila Isabel em 1988 | Foto: acervo pessoal

Zezé Motta não apenas desfilou na Sapucaí, ela também transformou a avenida em set de cinema. Em Águia na Cabeça (1984), gravou cenas em pleno desfile, inserida na energia real da avenida, e anos depois repetiu essa experiência em Orfeu (1999), novamente filmando no meio do Carnaval, com bateria, público e emoção acontecendo de verdade. Ou seja: Zezé já atravessou a Sapucaí duas vezes — desfilando e atuando ao mesmo tempo.

Zezé Motta no carnaval de 1998 (Viradouro) | Folha de São Paulo
Zezé Motta no carnaval de 1998 (Viradouro) | Folha de São Paulo

E o Carnaval seguiu devolvendo tudo em forma de reverência. Em 1999, no enredo Damas Negras, a Lins Imperial celebrou Zezé ao lado de nomes como Ruth de Souza, Chica Xavier e Léa Garcia, reconhecendo sua importância no audiovisual brasileiro. Ao longo dos anos, ela atravessou diversas escolas e personagens: Viradouro, Mangueira, Grande Rio, Imperatriz, Sossego… sempre como presença forte, carregada de significado.

Zezé Motta no O Globo 1999 | Foto: O Globo
Zezé Motta no O Globo 1999 | Foto: O Globo
Zezé Motta na Imperatriz Leopoldinense em 2011 | Foto: Ag.News
Zezé Motta na Imperatriz Leopoldinense em 2011 | Foto: Ag.News
Zezé Motta na Imperatriz Leopoldinense em 2011 | Foto: Ag.News
Zezé Motta na Imperatriz Leopoldinense em 2011 | Foto: Ag.News

No fim, o que Zezé Motta construiu no Carnaval não é uma sequência de desfiles — é uma narrativa.

Uma história onde avenida vira palco, corpo vira discurso e o samba vira memória.

Porque, como ela mesma diz, o Carnaval nunca foi só festa.
É identidade. É resistência.

E toda vez que a bateria começa…
o coração dela — e o de muita gente — ainda desfila junto.

Zezé Motta no carnaval dos anos 80 | Foto: acervo pessoal
Zezé Motta no carnaval dos anos 80 | Foto: acervo pessoal
Zezé Motta na Acadêmicos do Sossego em 2017 | Foto: acervo pessoal
Zezé Motta na Acadêmicos do Sossego em 2017 | Foto: acervo pessoal
Zezé Motta na Acadêmicos do Sossego em 2017 | Foto: acervo pessoal
Zezé Motta na Acadêmicos do Sossego em 2017 | Foto: acervo pessoal
Zezé Motta na Acadêmicos do Sossego em 2017 | Foto: acervo pessoal
Zezé Motta na Acadêmicos do Sossego em 2017 | Foto: acervo pessoal
Zezé Motta na Acadêmicos do Sossego em 2017 | Foto: acervo pessoal
Zezé Motta na Acadêmicos do Sossego em 2017 | Foto: acervo pessoal
Zezé Motta na Acadêmicos do Sossego em 2017 | Foto: acervo pessoal
Zezé Motta na Acadêmicos do Sossego em 2017 | Foto: acervo pessoal
Zezé Motta na Acadêmicos do Sossego em 2017 | Foto: acervo pessoal
Zezé Motta na Acadêmicos do Sossego em 2017 | Foto: acervo pessoal
Zezé Motta na Acadêmicos do Sossego em 2017 | Foto: acervo pessoal
Zezé Motta na Acadêmicos do Sossego em 2017 | Foto: acervo pessoal
Zezé Motta na Acadêmicos do Sossego em 2017 | Foto: acervo pessoal
Zezé Motta na Acadêmicos do Sossego em 2017 | Foto: acervo pessoal
Zezé Motta na Acadêmicos do Sossego em 2017 | Foto: acervo pessoal
Zezé Motta na Acadêmicos do Sossego em 2017 | Foto: acervo pessoal
Zezé Motta na Acadêmicos do Sossego em 2017 | Foto: acervo pessoal
Zezé Motta na Acadêmicos do Sossego em 2017 | Foto: acervo pessoal
Zezé Motta na Acadêmicos do Sossego em 2017 | Foto: acervo pessoal
Zezé Motta na Acadêmicos do Sossego em 2017 | Foto: acervo pessoal
Zezé Motta na Acadêmicos do Sossego em 2017 | Foto: acervo pessoal
Zezé Motta na Acadêmicos do Sossego em 2017 | Foto: acervo pessoal

1984 — Império Serrano

1984 — Acadêmicos do Salgueiro

1988 — Unidos de Vila Isabel

1989 — Arrastão de Cascadura

1998 — Unidos do Viradouro

1999 — Acadêmicos do Grande Rio

1999 — Lins Imperial

2002 — Unidos de Vila Kennedy

2002 — Estação Primeira de Mangueira

2003 — Acadêmicos do Salgueiro

2011 — Imperatriz Leopoldinense

2017 — Acadêmicos do Sossego

2019 – Porto da Pedra (ao lado de Antônio Pitanga em sua homenagem)

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Zezé Motta recebe homenagem da Veja Rio https://zezemotta.com.br/zeze-motta-e-cariocas-do-ano-2025-da-veja-rio/ Thu, 18 Dec 2025 01:48:55 +0000 https://zezemotta.com.br/?p=1035 Zezé Motta foi uma das homenageadas na noite desta terça-feira (16) durante a cerimônia da 19ª edição do Cariocas do […]

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Zezé Motta foi uma das homenageadas na noite desta terça-feira (16) durante a cerimônia da 19ª edição do Cariocas do Ano, premiação de VEJA RIO para exaltar personalidades de diferentes áreas de atuação que, ao longo de 2025.

Zezé recebeu o troféu na categoria (Teatro) pelo monólogo ‘Vou Fazer de Mim um Mundo‘, projeto que percorreu as unidades do CCBB durante o ano de 2025, sendo sucesso de público e crítica. O prêmio comemora celebrou também os 60 anos de carreira da artista.

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