Arquivo de Notícias - Zezé Motta https://zezemotta.com.br/noticias/ Site oficial da atriz e cantora Zezé Motta Wed, 23 Sep 2026 21:09:51 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.1.2 https://zezemotta.com.br/wp-content/uploads/2026/05/cropped-Zeze-Motta.-Perfil-32x32.jpg Arquivo de Notícias - Zezé Motta https://zezemotta.com.br/noticias/ 32 32 Zezé Motta participa do lançamento do Guia Senadonas https://zezemotta.com.br/zeze-motta-participa-do-lancamento-do-guia-senadonas/ https://zezemotta.com.br/zeze-motta-participa-do-lancamento-do-guia-senadonas/#respond Wed, 23 Sep 2026 21:09:48 +0000 https://zezemotta.com.br/?p=1354 A atriz e cantoraparticipou do lançamento do Guia SenaDonas, realizado no dia 18 de setembro, no Rio de Janeiro. O […]

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Zezé Motta
Zezé Motta

A atriz e cantoraparticipou do lançamento do Guia SenaDonas, realizado no dia 18 de setembro, no Rio de Janeiro. O encontro reuniu artistas, personalidades e representantes de diferentes setores da sociedade para discutir a participação feminina na política brasileira.

O SenaDonas é um movimento apartidário, criado pela Agência Cuica, que busca ampliar o debate sobre a representatividade das mulheres nos espaços de poder, especialmente no Senado Federal, onde elas ocupam apenas 15 das 81 cadeiras.

Durante o evento, Zezé Motta teve uma participação especial na programação, que também contou com Adriana Ferreira, Monica Benicio e Geni Núñez.

Aisha Jambo, Zezé Motta e Larissa Nunes
Aisha Jambo, Zezé Motta e Larissa Nunes

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Zezé Motta participa do Show Ancestranças em Salvador https://zezemotta.com.br/zeze-motta-participa-do-show-ancestrancas-em-salvador/ Tue, 28 Jul 2026 19:34:52 +0000 https://zezemotta.com.br/?p=1331 No último 26 de julho, Salvador foi palco de um encontro muito especial para Zezé Motta. Durante as celebrações do […]

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No último 26 de julho, Salvador foi palco de um encontro muito especial para Zezé Motta. Durante as celebrações do Julho das Pretas, mês dedicado à força, à história e ao protagonismo das mulheres negras, a atriz e cantora subiu ao palco do ANCESTRANÇAS – Mulheres Negras Escrevem o Mundo, na Praça Maria Felipa.

Com direção artística de Larissa Luz, o espetáculo reuniu diferentes gerações da música brasileira, com Zezé Motta, Mariene de Castro, Melly, Karol Conká e MC THA dividindo a noite em uma celebração da música, da palavra e da ancestralidade.

Aos 82 anos e celebrando seis décadas de trajetória, Zezé ocupou o palco cercada por mulheres que ajudam a escrever, cada uma à sua maneira, a história e o presente da cultura negra brasileira.

E fazer isso em Salvador, em plena Praça Maria Felipa, tornou a noite ainda mais simbólica.

Zezé Motta | Show Ancestranças, Salvador 2026 | Foto: Caio Lirio
Zezé Motta | Show Ancestranças, Salvador 2026 | Foto: Caio Lirio
Zezé Motta | Show Ancestranças, Salvador 2026 | Foto: Caio Lirio
Zezé Motta | Show Ancestranças, Salvador 2026 | Foto: Caio Lirio
Zezé Motta | Show Ancestranças, Salvador 2026 | Foto: Caio Lirio
Zezé Motta | Show Ancestranças, Salvador 2026 | Foto: Caio Lirio
Zezé Motta | Show Ancestranças, Salvador 2026 | Foto: Caio Lirio
Show Ancestranças, Salvador 2026 | Foto: Caio Lirio
Zezé Motta | Show Ancestranças, Salvador 2026 | Foto: Caio Lirio
Rita Batista | Show Ancestranças, Salvador 2026 | Foto: Caio Lirio
Zezé Motta | Show Ancestranças, Salvador 2026 | Foto: Caio Lirio
Larissa Luz | Show Ancestranças, Salvador 2026 | Foto: Caio Lirio
Zezé Motta | Show Ancestranças, Salvador 2026 | Foto: Caio Lirio
Show Ancestranças, Salvador 2026 | Foto: Caio Lirio
Zezé Motta | Show Ancestranças, Salvador 2026 | Foto: Caio Lirio
Karol Conká | Show Ancestranças, Salvador 2026 | Foto: Caio Lirio
Zezé Motta | Show Ancestranças, Salvador 2026 | Foto: Caio Lirio
Zezé Motta | Show Ancestranças, Salvador 2026 | Foto: Caio Lirio
Zezé Motta e Larissa Luz | Show Ancestranças, Salvador 2026 | Foto: Caio Lirio
Zezé Motta e Larissa Luz | Show Ancestranças, Salvador 2026 | Foto: Caio Lirio
Zezé Motta | Show Ancestranças, Salvador 2026 | Foto: Caio Lirio
Zezé Motta | Show Ancestranças, Salvador 2026 | Foto: Caio Lirio
Zezé Motta | Show Ancestranças, Salvador 2026 | Foto: Caio Lirio
Zezé Motta | Show Ancestranças, Salvador 2026 | Foto: Caio Lirio
Zezé Motta | Show Ancestranças, Salvador 2026 | Foto: Caio Lirio
Zezé Motta | Show Ancestranças, Salvador 2026 | Foto: Caio Lirio

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Antônio Pitanga: Doutor Honoris Causa https://zezemotta.com.br/antonio-pitanga-doutor-honoris-causa/ Wed, 27 May 2026 18:31:03 +0000 https://zezemotta.com.br/?p=1303 Hoje eu acordei emocionada. Daquelas emoções profundas, antigas, que atravessam a alma da gente.Ver meu amado amigo Antônio Pitanga receber […]

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Hoje eu acordei emocionada. Daquelas emoções profundas, antigas, que atravessam a alma da gente.
Ver meu amado amigo Antônio Pitanga receber o título de Doutor Honoris Causa pela Universidade Federal do Rio de Janeiro é testemunhar a história do Brasil sendo reverenciada em vida.


E eu digo isso com a autoridade de quem conhece Pitanga há mais de 60 anos.


Antes de existir a Zezé Motta, existia Maria José. Uma menina preta, jovem, sonhadora, ajudando Dona Maria nas costuras, tentando descobrir o mundo, estudando teatro no Tablado da Maria Clara Machado… e foi nesse tempo que apareceu Antônio Luiz Sampaio.


O nosso Pitanga.


Somos tão antigos, meu Deus, que chegamos a pegar bonde no Leblon juntos. E eu falo isso sorrindo, porque nossa amizade nasceu numa época em que sonhar era quase um ato de resistência para pessoas negras no Brasil.


Pitanga ia em casa falar com minha mãe para pedir autorização para me levar ao teatro. E lá íamos nós. Dois jovens pretos, apaixonados pela arte, caminhando por uma cidade que nem sempre nos enxergava, mas que jamais conseguiu apagar nossa vontade de existir.


O tempo passou. A Maria José virou Zezé Motta. E Antônio Luiz Sampaio virou Antônio Pitanga.


Mas a essência nunca mudou.


Pitanga nunca foi apenas um ator. Pitanga sempre foi acontecimento. Presença. Coragem.


Nascido no Pelourinho, em Salvador, vindo de uma origem humilde, órfão de pai ainda menino, criado por uma mãe trabalhadora, ele conheceu cedo as durezas desse país. Foi interno em orfanato, trabalhou como carteiro, tipógrafo, entregador de telegrama… aprendeu ofícios para sobreviver. Mas foi na arte que ele encontrou seu destino.


E que destino.


Pitanga ajudou a construir o cinema brasileiro moderno. Não existe Cinema Novo sem Antônio Pitanga. Não existe história do audiovisual brasileiro sem a força daquele corpo preto ocupando a tela com dignidade, inteligência, sensualidade, política e verdade.


Ele esteve em obras fundamentais como Barravento, de Glauber Rocha, O Pagador de Promessas, o filme brasileiro que conquistou a Palma de Ouro em Cannes, Ganga Zumba, A Grande Cidade, Quilombo e tantas outras obras que ajudaram a pensar o Brasil através da arte.


Mas talvez o que mais me emocione seja entender que Pitanga nunca separou o artista do homem político.


Muito antes de se falar sobre representatividade como hoje, Pitanga já colocava a boca no trombone. Já denunciava o racismo. Já exigia espaço para artistas
negros. Já brigava por respeito, por igualdade, por dignidade.


Se eu fui uma mulher que lutou e abriu caminhos, Pitanga fez isso em dobro. Porque ele nunca teve medo do enfrentamento. Nunca teve medo de cobrar. Nunca teve medo de incomodar.


E isso teve um preço.


Num Brasil atravessado pela ditadura, pela censura e pelo racismo estrutural, Pitanga escolheu permanecer de pé. Escolheu resistir através da arte. Escolheu transformar sua presença em manifesto.


Ele não foi só pioneiro. Ele foi ruptura.


Foi um dos primeiros homens negros brasileiros a protagonizar filmes com centralidade, complexidade e humanidade. Um ator que trouxe para o cinema personagens negros vivos, intensos, políticos, amorosos, contraditórios e fortes.


E o mais bonito de tudo: o tempo nunca conseguiu diminuir sua grandeza.


Pitanga atravessou décadas trabalhando. Cinema, televisão, teatro, direção, ativismo, formação cultural… sempre inquieto, sempre criando, sempre pensando no coletivo.


Hoje, quando vejo esse título chegando até ele, eu não vejo apenas uma homenagem acadêmica.
Eu vejo uma reparação histórica.


Vejo a universidade dizendo para um homem negro brasileiro: “Seu saber importa.” “Sua arte transformou o país.” “Sua luta abriu caminhos.” “Sua existência educou gerações.”


E educou mesmo.


Pitanga ensinou coragem para muita gente. Inclusive para mim.


Meu amigo querido… Que privilégio ter caminhado ao seu lado por tantos anos. Que privilégio ter visto de perto sua força, sua generosidade, sua indignação diante das injustiças e sua paixão pela arte.


Aqueles dois jovens pretos que pegavam bonde no Leblon continuam aqui. Só que agora carregando décadas de história, resistência e amor pela cultura brasileira.
Viva você, Pitanga. Viva sua voz. Viva sua coragem. Viva sua luta.


E obrigada. Obrigada por nunca ter se calado.

Zezé Motta

Zezé Motta e o ator Antônio Pitanga
Zezé Motta e o ator Antônio Pitanga
Zezé Motta e Lázaro Ramos
Zezé Motta e Lázaro Ramos
Zezé Motta e o ator Antônio Pitanga
Zezé Motta e o ator Antônio Pitanga
Zezé Motta
Zezé Motta
Zezé Motta
Zezé Motta

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Zezé Motta participa da campanha da H&M Rio de Janeiro com fotos de Rafael Pavarotti https://zezemotta.com.br/zeze-motta-participa-da-campanha-da-hm-rio-de-janeiro-com-fotos-de-rafael-pavarotti/ Mon, 18 May 2026 04:08:32 +0000 https://zezemotta.com.br/?p=1258 A H&M escolheu o Rio de Janeiro como base para um novo movimento global de imagem, consolidando sua entrada no Brasil com o […]

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A H&M escolheu o Rio de Janeiro como base para um novo movimento global de imagem, consolidando sua entrada no Brasil com o projeto H&M&RIO. A iniciativa conecta moda, cultura e comportamento em uma estratégia que vai além do produto e posiciona a cidade como eixo narrativo.

Fotografado por Rafael Pavarotti, o projeto reúne nomes como Seu Jorge, Zezé Motta, Ingrid Silva, Rayssa Leal, além das modelos Victoria Blecher e Sheila Bawar. O casting aparece em estúdio sob a mesma lógica visual, com foco na presença coletiva e na construção de imagem a partir da diversidade de trajetórias.

Zezé Motta para campanha da H&M Rio de Janeiro | Foto: Rafael Pavarotti
Zezé Motta para campanha da H&M Rio de Janeiro | Foto: Rafael Pavarotti
Zezé Motta para campanha da H&M Rio de Janeiro | Foto: Rafael Pavarotti
Zezé Motta para campanha da H&M Rio de Janeiro | Foto: Rafael Pavarotti

O Rio de Janeiro deixa de ser pano de fundo e passa a operar como referência de identidade e linguagem dentro do sistema global de moda. A direção estética evita leituras óbvias e desloca o olhar para o comportamento e a potência cultural da cidade.

As escolhas de styling reforçam essa abordagem. Peças pessoais, vintage, acervo e itens atuais da marca são combinados sem hierarquia, refletindo um momento em que o valor está no repertório individual e não apenas na tendência.

A ativação ocorre em paralelo à abertura da nova loja da H&M na cidade, indicando uma estratégia clara de entrada no mercado brasileiro. Antes da operação comercial, a marca investe na construção de relevância cultural.

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Quando Dança um Baobá’ com Aisha Jambo https://zezemotta.com.br/peca-quando-danca-um-baoba/ Mon, 18 May 2026 03:59:20 +0000 https://zezemotta.com.br/?p=1253 Ao completar 25 anos de uma trajetória marcante no cinema, teatro e televisão, a atriz Aisha Jambo apresenta seu primeiro […]

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Ao completar 25 anos de uma trajetória marcante no cinema, teatro e televisão, a atriz Aisha Jambo apresenta seu primeiro projeto solo teatral: ‘Quando Dança um Baobá’, um monólogo musicado que homenageia a vida e o legado de Mercedes Baptista (1921-2014). A montagem, acompanhada em cena por contrabaixo e percussão, propõe uma viagem sensorial ao Brasil do início dos anos 60, resgatando a história da artista que quebrou as barreiras do racismo estrutural para se tornar a primeira bailarina negra do corpo de baile do Theatro Municipal do Rio de Janeiro.

Quando Dança um Baobá, estreia no próximo dia 07 de maio, às 19h, no Teatro Correios Léa Garcia – Centro Cultural Correios e conta  com supervisão de outra mulher negra que é referência nas artes, a atriz e cantora Zezé Motta. A direção artística é de Cátia Costa. O projeto, contemplado no edital Fluxos Fluminenses, conta com o patrocínio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, Governo do Estado do Rio de Janeiro, Ministério da Cultura e Governo Federal.

O espetáculo ganha um contorno especial pela formação de Aisha: além de sua consolidada carreira nas artes dramáticas, a atriz é Bacharel em Dança pela  Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Essa dualidade artística permite que ela transite com precisão técnica pela “Técnica Mercedes Baptista” — a primeira codificação de dança afro-brasileira do país, que uniu o rigor clássico à ancestralidade dos terreiros de candomblé.

A peça, inspirada na biografia escrita por Paulo Melgaço – “Mercedes Baptista, A Identidade Negra na Dança”, adota um recorte temporal preciso: o período de efervescência social e política que antecedeu o golpe militar de 1964. A trilha original de Quando Dança um Baobá constroi uma poética entre memória e fabulação. Em sintonia, cenário, figurino e luz articulam uma estética que cruza tempos históricos criando camadas visuais e simbólicas. A encenação utiliza o palco como instrumento de transformação social, bebendo de fontes como o Teatro Experimental do Negro (TEN), de Abdias Nascimento, e a Casa Poema, de Elisa Lucinda.

‘’Esse projeto é uma reverência a Mercedes Baptista, uma mulher livre e visionária que traçou um paralelo entre o clássico e a ancestralidade para criar a Dança Afro-Brasileira. Fui provocada a dar vida a ela durante um debate e, desde então, mergulhei em uma pesquisa profunda para encontrar a pessoa por trás do mito. Meu desejo é enaltecer essa potência feminina e o protagonismo negro que ela pavimentou”, afirma Aisha Jambo.

“Mercedes Baptista é minha conterrânea e foi a precursora da dança afro-brasileira. É uma honra poder trazer meu olhar para este projeto, sobretudo, através da Mercedes Baptista, uma mulher negra, que revolucionou a cultura e arte no nosso país”, completa Zezé Motta.

Zezé Motta e Aisha Jambo | Foto: Daniel Pinheiro
Zezé Motta e Aisha Jambo | Foto: Daniel Pinheiro

Serviço

Quando Dança um Baobá

Local: Teatro Correios Léa Garcia – Centro Cultural Correios

Endereço: R. Visc. de Itaboraí, 20 – Centro, Rio de Janeiro – RJ

Data: estreia 7 de maio – de quinta a sábado – até 30 de maio

Horário: às 19h

Tempo de duração: 60 minutos

Classificação indicativa: livre

Formato: Monólogo musicado (Contrabaixo e Percussão)

Temática: Biografia de Mercedes Baptista / Protagonismo Negro / Dança Afro

Ingressos: R$ 30,00 inteira R$ 15,00 meia na bilheteria do teatro, em dias de espetáculo, a partir de 17h30.

FICHA TÉCNICA

Idealização e Elenco: Aisha Jambo

Realização: Jambo Produções

Direção Artística: Cátia Costa

Supervisão: Zezé Motta

Dramaturgia: Aisha Jambo, Nando Rodrigues e Cátia Costa

Coordenação de Produção: Aisha Jambo

Produção Executiva e Elaboração de Projeto: Paulo Mileno e Aisha Jambo

Produção: Nelson Neto

Direção Musical: Azulllllll

Cenografia e Visagismo: Alex Palmeira

Assistente de cenografia: Wadson Ferrer

Iluminação: Jessica Catharine

Colaboração cênica: Nando Rodrigues

Figurino: Humberto Correia

Composição contrabaixo e músico: Damu Telek

Composição percussão e musicista: Geiza Carvalho

Costureiro: Wenderson Corrêa

Consultoria de movimento: Charles Nelson

Preparação Corporal: Junior Andrade

Professor de balé: Julio Casares

Copy Desk: Sueli de Carvalho Silva

Pesquisa: Aisha Jambo, Paulo Mileno, Lucas Popeta e Gleyson Spadetti

Assessoria de Imprensa: First Press Comunicação

Assessoria digital: Staff Company

Agradecimento: Mestre Manoel Dionísio

Apoio:

Centro de Artes Calouste Gulbenkian

Espaço Cultural Municipal Baden Powell

Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro

Espaço Cultural Municipal Baden Powell

Patrocínio:

Secretaria de Cultura e Economia Criativa, Governo do Estado do Rio de Janeiro, Ministério da Cultura, Governo Federal.

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A Nobreza do Amor na Rio Fashion Week https://zezemotta.com.br/a-nobreza-do-amor-na-rio-fashion-week/ Mon, 20 Apr 2026 02:23:17 +0000 https://zezemotta.com.br/?p=1206 O desfile de “A Nobreza do Amor” no Rio Fashion Week , na última sexta-feira, 17, foi daqueles momentos que […]

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O desfile de “A Nobreza do Amor” no Rio Fashion Week , na última sexta-feira, 17, foi daqueles momentos que transcendem a moda — e tocam em algo mais profundo, quase simbólico.

Não era só sobre roupa. Era sobre presença.

A proposta partia de um conceito poderoso: a nobreza que não nasce do título, mas da construção. Da vida vivida com coragem, disciplina e entrega. Uma nobreza que vem do povo, da história, da ancestralidade — e que se revela, finalmente, em forma de beleza.

Na passarela, o que se viu foi uma narrativa viva. Referências à herança africana e à força da cultura negra brasileira surgiam em cada detalhe — nos tecidos, nas formas, na imponência dos looks. Havia ali ecos de figuras como Rainha Nzinga, Zumbi dos Palmares e Carolina Maria de Jesus — não como citação direta, mas como espírito.

A estética era forte, dramática, quase cerimonial. Volumes marcantes, texturas ricas e uma construção visual que evocava realeza — mas uma realeza reinterpretada, brasileira, construída a partir de outras raízes.

E talvez o mais interessante seja isso: “A Nobreza do Amor” não tenta se encaixar em referências tradicionais de luxo. Ela cria a sua própria.

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