Este mês Zezé acaba de emprestar seus 60 anos de carreira na música, na televisão, na cinema e nos palcos, para ser a imagem e voz da nova produtora de audiovisual Rara, feita por mulheres de todos os tipos, especializada na criação de imagens e narrativas para marcas que desejam comunicar com profundidade, qualidade e intenção. A produtora desenvolve campanhas, fotografias e filmes voltados à construção de significado, engajamento e conexão com o público.
Em um cenário marcado pela inteligência artificial e pela produção acelerada de conteúdo, a rara aposta no olhar humano como diferencial, mas unindo a tecnologia atual com a criatividade por trás das mentes femininas. A produtora acredita na narrativa visual como ferramenta estratégica para aproximar marcas e pessoas, unindo sensibilidade, técnica e tecnologia para ampliar resultados.

“Eu me senti muito honrada em ser escolhida para representar a mulher brasileira nesta campanha — não só por isso, mas também por saber que toda a Rara é feita por mulheres. Isso me enche de orgulho. Sou de um tempo em que, por trás das câmeras, só víamos homens e mais homens, alguns extremamente machistas. Chegar hoje a um set de filmagem e encontrar diretoras, produtoras, fotógrafas, cineastas… encontrar mulheres ocupando esses espaços é um sonho sendo realizado. É importante ressaltar que isso não é uma divisão, e sim a ampliação de espaço e de oportunidades para nós.”afirma Zezé Motta.
“O editorial que vocês irão conferir propõe, assim, uma celebração intergeracional da potência feminina, conectando passado, presente e futuro em uma narrativa visual que exalta identidade, diversidade e legado.” Completa Zezé.
No centro da história, Zezé Motta surge como a grande matriarca — símbolo de trajetória, resistência e legado. Com décadas de atuação no universo do audiovisual, a artista representa a mulher que abriu caminhos, construiu seu próprio espaço e deu voz a tantas outras ao longo de sua carreira. Sua presença na campanha não é apenas estética, mas simbólica: ela encarna a força ancestral que inspira, acolhe e impulsiona novas gerações.
“Ter Zezé Motta como âncora neste início é como receber a bênção de uma anciã — uma figura de proteção e guia, cuja força e resiliência iluminam e fortalecem as mulheres que seguem adiante.” Afirma Marina Acrina, diretora e fundadora da Rara.


